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Doenças do corpo em geral

Doenças que provocam aumento da quantidade de gás carbônico no sangue, como as doenças dos pulmões e coração, ou diminuição do oxigênio no sangue, como as grandes altitudes, podem causar dor de cabeça enquanto persistirem.

A exposição demasiada ao monóxido de carbono proveniente de automóveis, por exemplo, também é uma das causas de dor de cabeça naqueles que trabalham nestes ambientes.

Elevações súbitas e intensas da pressão arterial, como em agravamentos súbitos de uma hipertensão benigna, tumores de glândulas supra-renais (tais como os feocromocitomas) e estados tóxicos da gravidez, conhecidos como eclâmpsia, levam frequentemente a episódios de dor de cabeça intensos e perigosos, em função da possibilidade de hemorragias cerebrais. Aqui, mais uma vez enfatizamos que hipertensões arteriais comuns e oscilando dentro de uma faixa considerada benigna não causam dor de cabeça.

Pedaços de tumores de outras partes do corpo, chamados de metástases, toxinas produzidas em estados de infecção generalizada, denominada septicemia, importantes quedas da glicose no sangue como as de um diabético que usa muita insulina e toxinas e substâncias relacionadas ao processo de hemodiálise também podem causar dor de cabeça intensa.

Lembramos ainda que as DOENÇAS DOS NERVOS propriamente ditos e, principalmente, daqueles que se situam na cabeça, causam dores muitas vezes de grande intensidade. Há dores das neurites que podem comprometer a cabeça e face e por vezes de difícil tratamento, já que não respondem à medicação ou o fazem apenas a medicamentos extremamente fortes e cheios de efeitos colaterais.

Destacamos, aqui, a neurite óptica ou retrobulbar, frequente na esclerose múltipla e causando também cegueira em um só olho. A neurite diabética e a neurite pós-infecção por herpes zoster, que muitas vezes torna-se contínua e absolutamente não responsiva a nenhuma forma de tratamento, obrigando o médico a “testar” várias associações de drogas bastante agressivas ao organismo.

Recentemente, introduziu-se para esta dor o uso da capsaicina, substância derivada da pimenta vermelha, que, aplicada topicamente, leva a dessensibilização de fibras nervosas e melhora da dor.

As neuralgias, quando afetam os nervos da cabeça e face, provocam dores extremamente intensas, chamadas de excruciantes e descritas como uma “faca afiada penetrando”. Mesmo sabendo que elas são muito mais comuns a partir da vida adulta e até na terceira idade, o tipo mais frequentemente encontrado de neuralgia, chamada de neuralgia do trigêmeo, pode ocorrer na juventude, principalmente como manifestação associada de uma doença chamada esclerose múltipla.

A neuralgia do nervo trigêmeo, embora não tão frequente quanto vários outros tipos de dor de cabeça crônica, tem sido erroneamente diagnosticada em inúmeros casos como dor de cabeça em salvas.

Geralmente, as neuralgias apresentam-se com vários episódios de dor com duração fugaz, de poucos segundos a até um minuto inteiro, várias vezes por dia. No caso específico da neuralgia do trigêmeo, a localização da dor é mais na face, na área das mandíbulas superiores (malares) ou inferiores, podendo também se manifestar na fronte e/ou em volta do olho.

O tratamento da neuralgia do trigêmeo pode ser feito com o uso de medicamentos anticonvulsivantes ou antiepilépticos, que, quando não funcionam, levam o paciente a condutas desesperadas.

No entanto, a denaturação do nervo trigêmeo por radiofrequência tem sido bastante satisfatória e a mobilização cirúrgica do nervo, afastando-o de vasos sanguíneos que podem estar comprimindo-o, também tem sido utilizada com sucesso.

Há outros tipos de neuralgias da face e da cabeça, como a raríssima neuralgia de glossofaríngeo, mais localizada na garganta ou faringe, que pode aparecer durante a mastigação ou no momento de engolir.

As neuralgias geniculata, no ouvido, e laringeal, na laringe (parte da garganta) são também raras e podem levar a muito sofrimento, principalmente em função da dificuldade da realização do diagnóstico correto pela maior parte dos médicos.

Por último, temos a neuralgia occipital, que ocorre na parte posterior ou traseira da cabeça, sendo geralmente menos intensa, porém mais duradoura. Este tipo de neuralgia pode ocorrer por compressão muscular de ramos ou do próprio nervo occipital maior (o nervo occipital menor também pode ser comprometido) de um lado da cabeça. Essa dor, quando se manifesta de forma mais típica, e aparece também na frente, associada à diminuição da capacidade de movimentar a cabeça, recebe a denominação de cefaleia cervicogênica.

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