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Tempos modernos – o tratamento da enxaqueca hoje

Desde a trepanação “in vivo” de seres humanos 7000 anos a.C. até as primeiras injeções, em 1883, de extrato de ergot realizadas por Eulenberg (na Alemanha), pouco se aprendeu. Mas, a partir daí, uma grande evolução tem ocorrido:

  • 1918 Stoll (Suíça) isolou a substância ergotamina do espigão do centeio.
  • 1925, o também suíço Rothlin foi o primeiro a utilizar a ergotamina subcutânea para uma crise de migrânea;
  • 1928 foram divulgados, por Tzanck, na França, e pelos americanos John Graham e Harold Wolff, os primeiros estudos científicos demonstrando que a ergotamina promove a contração de vasos sanguíneos dilatados durante a crise de enxaqueca;
  • 1943 foi sintetizada a dihidroergotamina, menos tóxica do que a ergotamina e ainda hoje utilizada em muitos países;
  • Nas décadas de 50 e 60, começaram a aparecer os primeiros médicos treinados por Harold Wolff e, principalmente, por John Graham, os quais trilharam as suas vidas pela dedicação à cefaliatria e pela formação altruísta dada a alguns expoentes da medicina, que ainda hoje trabalham pelo alívio destes pacientes. Entre estes, destacam-se o brasileiro Edgard Raffaelli Jr, o norueguês Ottar Sjaastad e alguns outros que marcaram e marcam a vida de nossa geração de médicos;
  • No final da década de 80, a empresa inglesa Glaxo e o pesquisador Peter Humphrey sintetizaram o sumatriptan. Esta foi a primeira droga específica para o tratamento da crise de enxaqueca;
  • Modernamente, esta classe de drogas, chamadas de triptanos, e com novas e mais eficazes substâncias, tem propiciado não apenas a melhora dos pacientes e seu retorno a atividades produtivas mais rapidamente, mas principalmente a melhor compreensão do que realmente ocorre no cérebro de uma pessoa com enxaqueca;
  • Mais recentemente, iniciaram-se pesquisas no Brasil, Estados Unidos e Europa para o uso da Toxina Botulínica Tipo A no tratamento da enxaqueca e da cefaléia tensional. Os trabalhos científicos já publicados no exterior sobre essas novas indicações da Toxina Botulínica são extremamente promissores no que tange à melhora e/ou alívio dos sintomas da enxaqueca, além de mostrarem redução significativa na intensidade e número de episódios mensais. A indicação do uso da Toxina Botulínica Tipo A no tratamento da enxaqueca ainda não está aprovada pelo Ministério da Saúde do Brasil.

 

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